Escolher três obras, apresentada abaixo e contextualize, introduzindo algumas questões a respeito do Renascimento, período em que a pintura foi produzida. As obras estão sem legenda de propósito, pois cabe aos alunos identifica-las, pois vão perceber que existe obras de outros período históricos.
O QUE TENHO QUE FAZER NESSA ATIVIDADE:
- Contextualizar, três obras ligando com o Renascimento
- Colocar legenda em TODAS AS OBRAS APRESENTADAS NO POST
- Identificar de quais períodos históricos foram produzidos essas obras - TODAS DO POST
OBS: VOCÊ TEM CONTEXTUALIZAR SOMENTE TRÊS OBRAS. JÁ COLOCAR A LEGENDA E IDENTIFICAR A OBRA, VALE PARA TODAS AS OBRAS.
sábado, 20 de setembro de 2014
sexta-feira, 5 de setembro de 2014
domingo, 31 de agosto de 2014
6º ano - SESI - Ler o texto e anotar no caderno os fatos mais importantes sobre a MURALHA DA CHINA - e trazer outras curiosidades sobre a China
A Grande Muralha da China foi construída por ordem de um imperador Chinês em 221 a.c – e atualmente serve como atração turística na China. Em concursos informais ela já foi considerada uma das sete maravilhas do mundo. Atualmente, pouco restou dos diversos quilômetros de Muralha, no entanto, muitas curiosidades são ditas ao seu respeito, saiba algumas delas:
A Muralha da China não é visível da lua
Isto é um mito que se perdurou durante anos – a verdade é que a muralha não pode ser vista da lua, entretanto a única maneira de vê-la a olho nu do espaço, seria a bordo de um veículo espacial, porém em perfeitas condições de visibilidade, e sabendo exatamente a sua localização.
Isto é um mito que se perdurou durante anos – a verdade é que a muralha não pode ser vista da lua, entretanto a única maneira de vê-la a olho nu do espaço, seria a bordo de um veículo espacial, porém em perfeitas condições de visibilidade, e sabendo exatamente a sua localização.
Ela é composta em várias partesA ideia de uma Muralha única não existe, o fato é que toda a extensão da Muralha é feita de vários trechos conectados e construídos por diferentes dinastias, durante 2.000 anos. Entre os trechos mais visitados está a Seção Badaling, por ficar próxima da capital Beijem, liberada para visitação desde 1957.
Mortes em sua construção
O número de pessoas que participaram da construção da Grande Muralha chega a um milhão, e quem preenche este número são os escravos e prisioneiros de guerra. Alguns registros informam que muitos deles morreram de exaustão, ou vítimas de alguma doença no local – o que fez a muralha ser chamada de cemitério mais longo do planeta. Segundo alguns historiadores, cada metro linear em alguns trechos da Grande Muralha, custou a vida de três pessoas.
O número de pessoas que participaram da construção da Grande Muralha chega a um milhão, e quem preenche este número são os escravos e prisioneiros de guerra. Alguns registros informam que muitos deles morreram de exaustão, ou vítimas de alguma doença no local – o que fez a muralha ser chamada de cemitério mais longo do planeta. Segundo alguns historiadores, cada metro linear em alguns trechos da Grande Muralha, custou a vida de três pessoas.
A extensão da Muralha
Segundo os Chineses, a Muralha possui em torno de 10.000 li, inclusive eles a chamam de “Muralha de 10.000 li” (1 li = 530 metros). Alguns cálculos apontam que ela se estendia por aproximadamente 6.450 quilômetros. Quando completa, ela era tão extensa que atravessava campos, desertos e montanhas. Nos trechos que ainda estão em pé, sua altura ultrapassa 7 metros e sua largura é de 5 metros.
Segundo os Chineses, a Muralha possui em torno de 10.000 li, inclusive eles a chamam de “Muralha de 10.000 li” (1 li = 530 metros). Alguns cálculos apontam que ela se estendia por aproximadamente 6.450 quilômetros. Quando completa, ela era tão extensa que atravessava campos, desertos e montanhas. Nos trechos que ainda estão em pé, sua altura ultrapassa 7 metros e sua largura é de 5 metros.
Mortes em sua construção
O número de pessoas que participaram da construção da Grande Muralha chega a um milhão, e quem preenche este número são os escravos e prisioneiros de guerra. Alguns registros informam que muitos deles morreram de exaustão, ou vítimas de alguma doença no local – o que fez a muralha ser chamada de cemitério mais longo do planeta. Segundo alguns historiadores, cada metro linear em alguns trechos da Grande Muralha, custou a vida de três pessoas.
O número de pessoas que participaram da construção da Grande Muralha chega a um milhão, e quem preenche este número são os escravos e prisioneiros de guerra. Alguns registros informam que muitos deles morreram de exaustão, ou vítimas de alguma doença no local – o que fez a muralha ser chamada de cemitério mais longo do planeta. Segundo alguns historiadores, cada metro linear em alguns trechos da Grande Muralha, custou a vida de três pessoas.
A extensão da Muralha
Segundo os Chineses, a Muralha possui em torno de 10.000 li, inclusive eles a chamam de “Muralha de 10.000 li” (1 li = 530 metros). Alguns cálculos apontam que ela se estendia por aproximadamente 6.450 quilômetros. Quando completa, ela era tão extensa que atravessava campos, desertos e montanhas. Nos trechos que ainda estão em pé, sua altura ultrapassa 7 metros e sua largura é de 5 metros.
Segundo os Chineses, a Muralha possui em torno de 10.000 li, inclusive eles a chamam de “Muralha de 10.000 li” (1 li = 530 metros). Alguns cálculos apontam que ela se estendia por aproximadamente 6.450 quilômetros. Quando completa, ela era tão extensa que atravessava campos, desertos e montanhas. Nos trechos que ainda estão em pé, sua altura ultrapassa 7 metros e sua largura é de 5 metros.
Sua Utilidade
Ela não servia apenas como Muralha, pois a cada 300 a 500 metros, ao decorrer de sua extensão foram construídas diversas plataformas e torres de vigia. Essas plataformas e torres tinham a intenção de servir como locais de vigilância e observação, ou até mesmo como postos de batalha, ou para armazenamento de armas e locais para colocação de bandeiras de sinalização. Ao todo se presume que tenham sido construídas mais de 10.000 torres.
Ela não servia apenas como Muralha, pois a cada 300 a 500 metros, ao decorrer de sua extensão foram construídas diversas plataformas e torres de vigia. Essas plataformas e torres tinham a intenção de servir como locais de vigilância e observação, ou até mesmo como postos de batalha, ou para armazenamento de armas e locais para colocação de bandeiras de sinalização. Ao todo se presume que tenham sido construídas mais de 10.000 torres.
Materiais usados em sua construçãoNo início, ao invés de serem usados tijolos em sua construção, os materiais usados para erguer a grande Muralha foram terra, pedra, e madeira. Nas proximidades de Beijem, a Muralha foi constituída de pedra calcaria em blocos. Outras partes foram construídas de granito e tijolos queimados, e outras praticamente de lama e barro.
domingo, 24 de agosto de 2014
A mídia: uma metamorfose ambulante
“Eu
prefiro ser essa metamorfose ambulante”, cantava o roqueiro baiano,
Raul Seixas. A mídia como conhecemos passa por transformações diárias.
Contudo, em todo o mundo, e mais especificamente, no Brasil, as empresas
de mídia não conseguiram se adaptar a metamorfose que os novos tempos
preconizavam. Os sistemas de comunicação buscam no livre mercado a sua
manutenção. A ideia da mão invisível, tese postulada por Adam Smith, e o
capitalismo serviam como cinto de segurança dos sistemas de comunicação
– contudo, nem o capitalismo pode deter a força da tecnologia. O
teórico da administração, Alvin Toffler, afirmou em seu livro “A
terceira onda” (1980) que a economia do século XXI será extremamente
dependente da informação. A propriedade intelectual, a posse da
informação, será o bem mais precioso na nova economia. Com isso, a
questão da mídia e sua relação da sociedade é algo que merece uma maior
discussão atualmente. A democratização da mídia é de suma importância
para a sociedade como um todo. No entanto, por que essa discussão não é
levada à tona? Por que os jornais (TV/rádio/impresso) não discutem com a
sociedade sobre isso? As empresas de mídia no Brasil são formadas por
oligopólios – Na verdade, são empresas familiares que possuem as
concessões de mídia.
A
discussão sobre a democratização da mídia ainda é algo incipiente. Na
maior parte do tempo se encontra nas páginas de blogs ou sites se
propõem em discutir o assunto. Contudo, já é um avanço que a tecnologia
proporciona. A internet é a maior revolução da comunicação depois da
imprensa – Gutenberg – e o ambiente virtual, a rede digital, possibilita
um deslocamento do poder tirânico e ditatorial das empresas privadas, e
também do governo, com relação à informação. A manifestação consciente
de conteúdos informacionais pode ser feita por qualquer pessoa. Os novos
mecanismos digitais forneceram ao usuário/consumidor comum de mídias o poder de produzir seu próprio conteúdo de entretenimento. O fênomeno da web 2.0 possibilitou que sites como o youtube,
por exemplo, sejam ferramentas mais populares de entreter e informar,
pois há uma relação de proximidade/igualdade entre quem produz e quem
consome determinado conteúdo informacional.
A internet é dinâmica, rápida e sempre atualizada. Quer se informar? Saber o que está acontecendo no mundo? Basta acessar qualquer portal de notícias. A internet possibilita uma atualização simultânea de conteúdo - vide a tragédia do vôo 447. Se um determinado fato acontece, sendo ele relevante ou não, quase que instantaneamente
ele é posto na rede digital. O ombusdman do jornal “Folha de São
Paulo”, em sua coluna diária, escreveu no dia 07 de junho, que o jornal
impresso sofre de um mal – o jornal de hoje, na verdade é de ontem. Isso
é um exemplo de como as empresas de mídia estão completamente
despreparadas para enfrentar a revolução da informação. É dever do
governo se manifestar quanto isso. Os nossos vizinhos – Argentina e
Venezuela – já estão conduzindo seus processos de democratização e de
retirada do poder dos grandes oligopólios de mídia.
Na
Argentina, a presidenta Cristina Kirchner enviou ao Congresso o projeto
de lei geral de radiodifusão para substituir o decreto-lei 22.285,
promulgado pela ditadura militar em 1981 – a lei promete uma revolução
na esfera da comunicação. Além da discussão no Congresso, haverá uma
campanha de comunicação que deverá estimular o debate público do tema e
realçar sua importância para o cotidiano dos argentinos. A principal
preocupação do governo argentino é o controle da mídia – eletrônica e/ou
impressa –, hoje concentrado nas mãos de uns poucos empresários
privados (nacionais e/ou estrangeiros) – o que lhes confere, obviamente,
enorme poder (ver abaixo trechos de entrevista de Gabriel Mariotto,
interventor do Comité Federal de Radiodifusión). Além disso, ao
contrário do Brasil, a Argentina não decidiu ainda sobre o padrão
digital que adotará. Também não se decidiu sobre a entrada das teles na
distribuição de conteúdo audiovisual. Tudo isso deverá ser regulado previamente por uma nova Lei Geral de Radiodifusão.
O governo venezuelano (leia-se: Hugo Chávez) em
abril de 2002, decidiu fortalecer as mídias públicas e comunitárias,
formando o chamado Bloco da Imprensa Alternativa. O setor pôde se
desenvolver graças a essa política adotada, o que provocou uma raivosa
oposição dos setores conservadores, que acusam o governo de atentar
contra a liberdade de imprensa, quando acontece exatamente ao contrário.
E o Brasil?
A
constituição de 1988 consagrou a liberdade de imprensa como o respeito
aos direitos fundamentais do homem, que, através da comunicação coletiva
desempenharia o dever de informar e o direito de ser informado. “o
acesso à informação pública é um direito inerente à condição de vida em
sociedade, que não se pode ser impedido por nenhum interesse”. Será que
isso realmente acontece? A
democracia se encontra ameaçada por uma mídia cada vez mais concentrada
nas mãos de grupos econômicos poderosos, que se postulam com formadores
de opinião; alienam o público médio com informações desnecessárias; e
não levam informações de interesse público as discussões do dia.
A
mídia brasileira, este ano, viu o fim da obrigatoriedade do diploma do
jornalismo e mês a mês vê o avanço da tecnologia da televisão digital. A
discussão sobre a importância da mídia não dever ser relegada aos
teóricos da comunicação, nem deve estar sob o controle das empresas de
comunicação. Se
a mídia é tão importante, devemos nos perguntar se ela está de fato a
serviço da sociedade. Cabe ao governo levar a população esta discussão.
Nesta nova realidade que a revolução da informação nos traz, ao olharmos
ao redor constatamos que cada pessoa está obviamente cercada, tanto
individual como coletivamente, por palavras, idéias e imagens que
penetram nossos olhos, nossos ouvidos e nossa mente, quer queiramos ou
não e que nos atingem, sem que o saibamos, do mesmo modo que milhares de
mensagens enviadas por ondas eletromagnéticas circulam no ar sem que as
vejamos e se tornam palavras em um receptor de telefone, ou se tornam
imagens na tela de televisão. Para Norberto Bobbio: “O processo de democratização da mídia,
portanto, consiste em dar voz a esse receptor, de modo que ele se torne
um agente participativo da aldeia comunicacional, interagindo, opinando
e sendo convidado a decidir, junto aos emissores, sobre a qualidade dos
conteúdos que os meios dispõem. Nessa direção, o conceito de receptor
seria rearticulado para consolidar-se como sujeito ativo da comum-ação”.
O
sociólogo Herbert de Souza (Betinho) afirmava que: “o termômetro que
mede a democracia numa sociedade é o mesmo que mede a participação dos
cidadãos na comunicação”. As empresas de mídia do Brasil não devem ser
influenciadas unicamente, exclusivamente, pelas mãos do mercado. A
comunicação não é um bem privado. O acesso a comunicação é, sempre
deverá ser, um bem público. Cabe ao governo reverter este processo de
privatização da informação – antes que seja tarde mais.
sábado, 9 de agosto de 2014
TRABALHO PARA O 3º ANO DO ENSINO MÉDIO - SESI - ITAPEVA - 9/08/2014
FAZER UM LEVANTAMENTO DE FILMES QUE TRATEM SOBRE A TEMÁTICA DO IMPERIALISMO, DO NEOCOLONIALISMO NA ÁFRICA E NA ÁSIA E DO PROCESSO DE DESCOLONIZAÇÃO, EXEMPLOS: GANDHI, O JARDINEIRO FIEL, TARZAN, LAWRENCE DA ARÁBIA, 55 DIAS EM PEQUIM.
CADA GRUPO, DE CINCO ALUNOS, IRÁ ESCOLHER UM FILME E PRODUZIR UM SINOPSE, SELECIONAR ALGUMAS CENAS QUE JULGUEM SIGNIFICATIVAS E APRESENTEM PARA A TURMA, IDENTIFICANDO O CONTEXTO E AS PRINCIPAIS QUESTÕES RETRATADAS NO FILME.
UM BOM TRABALHO...
CADA GRUPO, DE CINCO ALUNOS, IRÁ ESCOLHER UM FILME E PRODUZIR UM SINOPSE, SELECIONAR ALGUMAS CENAS QUE JULGUEM SIGNIFICATIVAS E APRESENTEM PARA A TURMA, IDENTIFICANDO O CONTEXTO E AS PRINCIPAIS QUESTÕES RETRATADAS NO FILME.
UM BOM TRABALHO...
ATIVIDADE PARA OS ALUNOS DO SESI 9º ANO - 09/08/2014 - HD - Muito Além do Cidadão Kane - Documentário Sobre a Rede Globo - Docu...
FAZER A ATIVIDADE NO CADERNO PARA A PRÓXIMA AULA
1-Como se apresenta a cultura de massa? A TV aberta, influencia na
nossa cultura? De que forma essa cultura de massa muda o seu dia-a-dia?
2 - Os programas de TV que você assiste, as músicas que você
ouve, as roupas que você veste estão inseridas na cultura de massa?
Explique.
3- Em relação ao documentário apresentado na sala sobre
o poder da rede globo. Faça uma ligação da emissora com a educação no
nosso país?
4- Em uma parte do documentário, o entrevistador fala
sobre o envolvimento da política na administração da televisão
brasileira. Comente sobre essa parte do documentário e apresente sua
opinião sobre esse fato no nosso país.
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